sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Reforma na educação para quê? O que vai ser dos nossos McDonald's?

La riforma in educazione per che cosa? Che ne sarà del nostro McDonald?
Uma brisa fresca me bate no rosto
Isso nada quer dizer
Mas lá longe um pedacinho amarelo pinta o céu
Um lenço de adeus se abanando
E essa brisa fresca me traz um perfume
Não de flores, mas de fêmea
Com um toque suave das lembranças mais intensas
O nome daquele barco que vai te levando
Saudade

Divaga o pensamento nas cores da cidade

E uma forma se reforma
Entre as cores da mureta e as nuvens do céu
Formando voluntário um rosto delicado
O nome desta obra
Saudade


Não vejo ninguém brincando em velório. Vejo o velório de um país, sendo sepultado a cada dia que passa, e todo mundo brincando.

Contraponto

Contraponto

Vivemos dois tempos diferentes

Um enquanto o mundo se acaba em caos, discórdia e ignorância
E outro no tempo dos amantes

Embriaguez

No verso já fui de tudo
O trágico, dramático, desacreditado que acha que morrer dá alguma importância.
O esperançoso repleto de fé, com olhar adiante na metáfora do futuro.
O trágico que aceita, só aceita, e vive intensamente.
O iludido de sua própria importância.
O narcisista que se importa com a sua ilusão.

Sou um bartender.
Minha roupa não é clássica, é moderna
Tenho um sorriso das surdinas sociais, minha simpatia quer mais.

O espelho mágico do bar traduz tudo em triste.

- Whisky e gelo por favor

Sirvo-lhe água

- Cramberry e Vodca

Sirvo-lhe água

- Caipirinha de Morango

Água, água, água!

- Por que diabos me serve tão mal?

- Meu senhor já me pergunto isso há tanto tempo que nem me lembro mais do meu nome.