quarta-feira, 12 de junho de 2013

Um dia de maio

Derrubaram a bastilha!
Mas que diabos é a bastilha?
Só sei desse suor no seu corpo belo!

Tudo que é consciência perdura
Só que nada pra sempre dura.

Como se fosse uma semente
Que cai numa terra indisponível e vai nascendo um brotinho.
Um dia a gente agoa.
Outro dia a gente põe terra
E aí a gente colhe
E tudo fica assim, lagoa.

Que nem quando éramos crianças
As casas e as árvores girando
De mãos dadas com os melhores
Dos nossos melhores amigos

Elefantes voadores, elefantes voadores!
Era só algodão doce.

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