segunda-feira, 29 de setembro de 2003

Doce Mentira

Meu Deus, meu santo Cristo.
Como eu queria
Ah! Como eu gostaria de saber mentir.
As doces mentiras da convivência, das juventudes alheias.
Como eu gostaria de ver as flores dessa vida.


Mas eu só falo a verdade
Eu só vejo a verdade
Eu ouço a verdade de ouvidos feridos


A poesia da vida é uma gota d'água num mar tempestuoso


Nada como um dia após o outro
Eu suspiro
- É nada como um dia após o outro...


Meu mar de rosas não tem pétalas.
Só espinhos e sangue.